A utilização do cavalo na área de saúde é tão antiga quanto a própria história da medicina.

A inserção do cavalo em processos terapêuticos data de 458-370 a.C., quando Hipócrates, pai da medicina, fez referência à equitação como fator regenerador da saúde (Freire, 1999). Na Grécia Antiga, onde Hipócrates refere-se à equitação como fator regenerador da saúde em seu livro “Das Dietas”. 

Na era moderna, um dos primeiros indícios de sua utilização verificaram-se na França, em 1965, quando médicos parisienses interessaram-se em seu estudo. A Primeira Guerra Mundial foi um fator que contribuiu para o desenvolvimento da Equoterapia. Muitos soldados, acometidos com a guerra, foram motivados em sua reabilitação com esse tratamento. 

A equitação terapêutica para crianças com necessidade especial foi realizada pela primeira vez pela fisioterapeuta Eilset Bodtker, na Noruega. Em 1967, foi fundado o primeiro centro de equitação para pessoas com deficiências nos Estados Unidos (HASKIN et al., 1974).

No Brasil, a equoterapia começou a ser conhecida e valorizada, a partir de 1989, em atividades eqüestres realizadas na Granja do Torto, em Brasília, atual sede da Associação Nacional de Equoterapia (ANDE – BRASIL). Estima-se que atualmente, cerca de mais de 30 países adotam esta modalidade de terapia (CIRILLO, 2001; LIPORONI e OLIVEIRA, 2005; BARRETO et al., 2007)

Fontes: 

 

 

 

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